O papel social da psicologia na saúde pública

Por: Gustavo Assi

Elementos sócio-histórico-culturais fundamentam a forma como a sociedade edifica seus saberes e retrata suas práticas. Destarte, a atuação profissional não pode ficar pautada apenas nas concepções do indivíduo, sem levar em conta os contextos históricos da formação social na qual ele se encontra[1]. Desse modo, o profissional da Psicologia também não poderia deixar de fora da sua atuação esses aspectos determinantes de uma sociedade.
Em seus mais de 50 anos de profissão regulamentada, a Psicologia no Brasil passou, e ainda passa, por várias transições no que se refere ao seu fazer profissional. Dentre elas, pode-se citar a saída do profissional de caráter autônomo da clínica, para o emprego assalariado e de atuação multiprofissional, com destaque para os serviços públicos e políticas sociais[2].
Uma prática multiprofissional, e de caráter preventivo, não condizia com a representação do fazer da Psicologia em seus primórdios, cujo principal traço era o diagnóstico e a cura da doença mental, onde o Psicólogo era visto como aquele que cuidava de “loucos”, sendo muitas vezes essa a causa de preconceitos e resistências em buscar ajuda psicológica[3] que, de certo modo, os próprios profissionais ajudaram a construir.
Conforme o psicólogo foi sendo inserido no contexto da saúde pública e das políticas sociais, o modelo médico tradicional passou a ser questionado. Tal modelo privilegiava o enfoque individual em detrimento do contexto social e histórico, gerando assim uma prática de ajustamento do indivíduo ao meio. Desse modo, com o surgimento de novas demandas, formadas pela difícil realidade das classes populares brasileiras, o psicólogo passou a necessitar de um novo olhar para o sofrimento psíquico gerado nessa população[4]. Novo olhar que pode ser encontrado na inserção do psicólogo nas políticas sociais e de saúde.
Sabe-se, porém, que os determinantes externos que servem de obstáculo para a atuação do Psicólogo nas políticas sociais não são poucos; o mau funcionamento dos equipamentos de saúde, a corrupção e a má gestão dos serviços, a formação acadêmica que não preza pela multiprofissionalidade, as condições de trabalho aversivas, dentre outros. No entanto, não se pode dispensar a sua contribuição de atuar efetivamente no desenvolvimento da população[2].
Os primeiros questionamentos acerca da contribuição do psicólogo nas funções sociais surgiram nos anos de 1970 e 1980, e centravam-se no tipo de público que poderia ter acesso a esses profissionais – frente a isso, o profissional de psicologia teve de expandir seu trabalho também à população carente[2].
Tal expansão ocorreu com a inserção dos psicólogos nas políticas sociais, principalmente com a transição democrática dos anos 1990. Contudo, a partir da percepção de que não basta ao psicólogo atender aos pobres, mas sim possibilitar meios para que haja mudança, o questionamento sobre o papel social retorna, mas agora como “compromisso social”[2].
A Psicologia comprometida socialmente, pode ser definida como aquela que busca atender camadas sociais que não tiveram acesso ao trabalho do psicólogo. Tal compromisso, busca a adoção de perspectivas teóricas que consideram o contexto social e histórico característicos deste público, em detrimento de abordagens “psicologizantes”[5]. Pautada no compromisso social, a Psicologia da Saúde no Brasil foi ampliando seu âmbito de atuação, de forma a a ultrapassar o contexto hospitalar, na década de 90, para se instalar na saúde pública[6].
A Psicologia da Saúde estuda, então, o papel da própria Psicologia como ciência e profissão nos domínios da saúde, da doença e da prestação dos cuidados de saúde, tendo como ponto de partida as experiências, comportamentos e interações deste contexto. Enfatiza a necessidade de considerar os contextos sociais e culturais nos quais a saúde e as doenças ocorrem, uma vez que as significações e os discursos desses aspectos são diferentes conforme estatuto socioeconômico, gênero, a diversidade cultural e o momento histórico[6].
Embora a inserção do psicólogo no contexto da saúde pública seja recente, a sua prática nas instituições de saúde vai ao encontro com as necessidades sociais, englobando os contextos históricos e sociais como determinantes dessas necessidades. Pode-se dizer então, que o papel social da Psicologia, enquanto inserida na saúde pública, é de compreender que existem diversos contextos, e que cada contexto deve ser analisado de forma única, uma vez que o surgimento de doenças em determinada região diz respeito a características específicas encontradas nela. Além disso, uma prática interdisciplinar que contribua para minimizar o sofrimento psíquico da população, bem como possibilitar meios para que consigam superar situações adversas, está pautada no seu compromisso social.

REFERÊNCIAS

[1]POUBEL, Paula Figueiredo. Psicologia na Saúde Pública. ECOS – estudos contemporâneos da subjetividade. Cuiabá, v. 4, n. 2, p. 192-200, 2014.

[2]COSTA, Ana Ludmila Freire. A Produção Científica de Psicologia e o Debate sobre Política Social. 2014. 286 f. Tese ( Programa de Pós Graduação em Psicologia) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.

[3]CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DA 6ª REGIÃO (Org.) Exposição 50 anos da psicologia no Brasil: A História da psicologia no Brasil. Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região. São Paulo: CRPSP, 2011.

[4]AMARAL, Marília dos Santos; GONÇALVES, Cristiane Holzschuh; SERPA, Monise Gomes. Psicologia Comunitária e a Saúde Pública: relato de experiência da prática Psi em uma Unidade de Saúde da Família. Psicologia Ciência e Profissão, Brasília, v. 32, n. 2, p. 484-495, 2012.

[5]BOCK, A. M. B. Psicologia e o compromisso social. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

[6]SOBROSA, Gênesis Marimar Rodrigues et al. O Desenvolvimento da Psicologia da Saúde a Partir da Construção da Saúde Pública no Brasil. Revista de Psicologia da IMED. Passo Fundo, v. 6, n.1, p. 4-9, Jan./Jun. 2014.

O papel do psicólogo escolar

Por: Aline Marques

A escola, assim como as outras instituições, é um local onde podem existir várias problemáticas em que um psicólogo pode contribuir. É importante que os membros das instituições escolares saibam o real trabalho de um psicólogo, bem como as contribuições de sua função. Um psicólogo escolar trabalha dentro da escola observando as demandas e contribuindo para melhorias na qualidade do ensino, tanto para funcionários da escola quanto para alunos e pais[1].

A escola é uma instituição neutra que realiza projetos de socialização das crianças e os prepara para a vida em sociedade. As instituições escolares devem beneficiar a todos, independentemente da origem social, da cor, do credo e do sexo[1].

Para muitos professores o papel do psicólogo se resume em auxiliar na mudança de comportamentos de alunos que causam problemas e atrapalham o andamento das aulas ou ainda no auxílio de alunos com deficiência. Entretanto, segundo Aquino[2] o psicólogo deve atender à comunidade escolar indo além dos apelos quanto aos “alunos-problema” ou com dificuldades de aprendizagem. O trabalho do psicólogo escolar é satisfatório quando a comunidade escolar recebe bem as sugestões, participa delas e contribui de forma interdisciplinar para a melhoria da escola.

O essencial para a inclusão de todos os alunos é a melhoria de parcerias com os demais profissionais da instituição de ensino, conscientizando-os da multideterminação dos fenômenos educativos, buscando diferentes formas de atingir todos os alunos e ainda envolvendo todos os membros da comunidade escolar para obter sucesso do processo de escolarização[2].

O corpo docente das escolas (professores) possuem formações em suas áreas específicas no caso dos anos finais e, na educação básica, em pedagogia. Muitos destes profissionais não têm conhecimento sobre saúde mental, transtornos, síndromes, entre outras temáticas em que o psicólogo possui um vasto conhecimento[3].

Uma das funções básicas do psicólogo escolar é o auxílio ao aluno para uma vida plena e sadia, tanto para o que se refere a conhecimento quanto para ajustar-se em sociedade, afinal este é o objetivo da vivência escolar como um todo[3]. Neste sentido, o psicólogo escolar pode propor inúmeras instruções sobre diferentes temáticas, para garantir uma melhor mediação entre aluno-professor[2], pois as crianças precisam de um professor orientado psicologicamente para, assim, aproveitar o máximo de suas potencialidades[3].

Segundo Martins[4], o psicólogo tem o papel de auxiliar os envolvidos da escola a colocar em coletivo novas pautas relacionadas a realidade que está sendo vivenciada para que o próprio grupo possa sugerir novas formas de avaliação dos processos do contexto escolar, como os meios de aprendizagem, organização da instituição, formas de avaliar os alunos, entre outros aspectos importantes para a decisão dos educadores.

É de extrema importância que o psicólogo escolar trabalhe com todos os envolvidos da escola, pois o fracasso escolar não é um problema do aluno somente, mas sim um processo construído das relações escolares, bem como problemas institucionais, de ensino, avaliativos e outras demandas deste contexto[5].

Referências

[1]PATTO, Maria Helena Souza (Org.).  Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: Casa do Psicólogo 3 ed. 1997, p. 468.

[2]AQUINO, Fabíola de Sousa Braz et al . Concepções e práticas de psicólogos escolares junto a docentes de escolas públicas. Psicol. Esc. Educ.,  Maringá ,  v. 19, n. 1, p. 71-78, Apr.  2015 .   Disponível em; <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-85572015000100071&lng=en&nrm=iso>. Acesso em  15  Mar.  2016.

[3]GOLDBERG, Maria Amélia Azevedo (Coordenadora); Concepções do papel do Psicólogo Escolar, São Paulo; 1973. Disponível em: <http://publicacoes.fcc.org.br/ojs/index.php/cp/article/view/1840/1809> Acesso em 19 de Abril.

[4]MARTINS, João Batista. A Atuação do Psicólogo Escolar: multirreferencialidade, implicação e Escuta clínica. Psicol. estud. , Maringá, v. 8, n. 2, p. 39-45, Dezembro de 2003. Disponível a partir <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722003000200005&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 19 de abril de 2016.

[5]ASBAHR, Flávia da Silva Ferreira; MARTINS, Edna; MAZZOLINI, Beatriz Pinheiro Machado. Psicologia, Formação de Psicólogos e a escola:. Desafios Contemporâneos Psicol. estud. , Maringá, v. 16, n. 1, p. 157-163, março de 2011. Disponível a partir <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722011000100019&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 19 de abril de 2016.

Projeto Todos por Elas

Refletir sobre o potencial crítico e questionador da escola, pode ser um caminho para promover mudanças. Pensando nisso, o curso de Psicologia da UNIFEBE realiza o projeto “Prevenção de Violência contra a Mulher: Todos por Elas” em escolas da rede estadual de ensino. A iniciativa tenciona a prevenção da violência contra a mulher no ambiente escolar, visto que, este é um ambiente capaz de abrir horizontes e provocar transformações pessoais e coletivas a longo prazo.

http://www.unifebe.edu.br/site/imprensa/noticias-unifebe/projeto-de-psicologia-todos-por-elas-conscientiza-contra-violencia-de-genero/

A divulgação do conhecimento Psi

Foi pensando em criar textos para a comunidade leiga que surgiu a ideia deste blog sobre a psicologia, hospedado no Centro Universitário de Brusque, procurando trazer conhecimento científico atual, cumprindo com um dos pilares éticos e sociais da ciência: divulgar o conhecimento para que toda a comunidade possa se beneficiar do avanço científico. Essa questão ética perpassa todos os tipos de conhecimentos, e muitos deles vêm impactanto a sociedade, sem que ela os conheça ou entenda como eles são produzidos, conforme fala do Professor Quilfeldt¹.

A divulgação do conhecimento na psicologia é ainda mais precário, poucos sites estão dispostos a divulgar conhecimento atual. Muitos sãos os sites com desinformações, posições mais ideológicas do que científicas e simples absurdos provenientes de convicções pessoais. A própria cultura popular não traz muita contribuição já que o conhecimento popular é muitas vezes contrário ao que se descobre na ciência, quando ele mesmo não se contradiz. Por fim, pouco se sabe da aplicação desse conhecimento na sociedade.

A tecnologia² proveniente dessa ciência não é amplamente utilizada, mas poderia, e não significa que algumas tecnologias conhecidas não estejam em vigor mesmo sem que os criadores o saibam (vide comerciais em geral). Conforme conhecemos, o ser humano só se permite ser controlado enquanto não sabe ou não tem conhecimento do que [ou de quem] o está controlando³. Logo é interessante a todo cidadão conheça os mecanismos pelos quais opera para que não se deixe levar, como na música de Zeca Pagodinho…

Neste sentido, é possível, por meio da academia, divulgar o conhecimento mais atual que temos, considerando que o ensino superior é onde o conhecimento é transmitido e produzido4. É dever do psicólogo divulgar para o máximo de pessoas o conhecimento de qualidade para que a sociedade não caia vítima de más práticas tanto psicológicas quanto pseudo-psicológicas (ou conhecimentos ainda mais oportunistas) que existem espalhados por aí.

Atualmente estuda-se e revisa-se cada vez mais as práticas psicológicas com curiosidade científica. Em 2012, Nosek5 divulgou que poucos estudos na psicologia eram replicados. Esse foi um momento especial para o crescimento da psicologia como ciência, já que a replicabilidade de um estudo científico é o que sustenta sua validade, ou seja, o conhecimento precisa passar em testes para ver o quanto ele se mantém. Assim podemos separar os fatos dos vieses de pesquisador e de publicação.

É claro que não basta conhecer os fatos relacionados ao conhecimento científico, mas sim como esse conhecimento é produzido, pois mais importante que conhecer é saber detectar os conhecimentos construídos com qualidade. Nesse sentido, vale inclusive ver o vídeo do Pirula6 sobre a desculpa do entretenimento, no qual ele traz uma nova visão para a divulgação científica.

Por esse motivo, os textos aqui presentes buscarão apresentar como exemplo, processos de conhecimento produzidos por acadêmicos. De forma sucinta e acessível desvendar um pouco do processo do conhecer que se faz dia-a-dia na academia, bem como trazer informações valiosas.

Essas informações podem ser utilizadas para que qualquer leitor tenha um pouco mais de percepção sobre sua condição humana, seus comportamentos, pensamentos e relacionamentos, tornando-os mais saudáveis na medida do possível. Também servirá como um exercício de cidadania para os acadêmicos e futuros psicólogos que serão responsáveis por divulgar conhecimento de qualidade.

 

Alguns links interessantes:

  1. Vídeo do Professor Jorge Quillfeldt no congresso da Liga Humanista Secular: http://www.bulevoador.com.br/2015/03/ciencia-e-humanismo/
  2. Entende-se por tecnologia tudo aquilo que é desenvolvido com base em conhecimento produzido previamente, criando uma sistematização de uso. Em ciências humanas, as tecnologias geralmente são ações planejadas.
  3. SLATER, L. Mente e Cérebro: Dez experiências impressionantes sobre o comportamento humano. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
  4. MARTURANO, Edna Maria; SILVARES, Edwiges Ferreira de Mattos; OLIVEIRA, Margareth da Silva. Serviços-escola de psicologia: seu lugar no circuito de permuta do conhecimento. Temas em psicologia,  Ribeirão Preto ,  v. 22, n. 2, p. 457-470, dez.  2014 . Disponível: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2014000200016
  5. Entrevista com Brian Nosek sobre a replicabilidade na psicologia (em português) http://scienceblogs.com.br/socialmente/2012/06/psicologia-acordando-para-ciencia-aberta/
  6. Vídeo do Pirula sobre “A desculpa do entretenimento”: https://www.youtube.com/watch?v=PtFd97xm3gE

Dia do psicólogo

Neste dia, a profissão realiza 53 anos de regulamentação no Brasil. Aproveitamos para parabenizar todos os psicólogos brasileiros e principalmente os Docentes que contribuem para a formação de novos psicólogos com responsabilidade crítica para fortalecer a profissão no país.

Feliz dia Psicológico!

 

Semana da Psicologia 2015

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DE PSICOLOGIA 2015

26.08.15 – Palestra: transtorno da aprendizagem
Psic. Lucimara Z G Pavesi – auditório bloco C 19h

26.08.15 – Palestra : Arte terapia
Dr. Maria da Glória – auditório bloco E
Lançamento do livro

27.08.15 – Prevenção de deficiência
Palestrante: Graciela Darós Piffer
Auditório bloco C 19h

27.08.15 – Palestra: Perdas e Lutos
Psic. Aroldo Escudeiro
Auditório Bloco E – 19h

28.08.15 – Oficinas:

O papel do Psicólogo na Assistência Social
Psic. Leila e Psic. Aldrin – Cras
Sala 15 A
Prof. Jorge – Responsável

A influência do Jogo no Comportamento
Psic. André Luiz Thieme – Responsável
Sala – 1 A
*Vai acontecer uma atividade antes, entrar em contato com o professor por email: andrethieme@unifebe.edu.br

Atuação do Psicólogo no Núcleo de Apoio à Família – NASF
Psic. Roberta
Sala – 39 A
Prof. Sandra – Responsável

Psicomotricidade
Prof. Adonis
Sala de Dança – 26 D
Prof. Pricila – Responsável

Violência na Infância
Psic. Maiara Pereira Cunha
Prof. Simoni – Responsável

29.08.15 – Panfletagem Centro de Brusque
Confraternização

Oficina de parentalidade (autismo)

Acontece na Unifebe a oficina de parentalidade para pais de crianças com transtorno do espectro autista.
A oficina é conduzida pelas estagiárias Roselis e Graziele, estudantes da sétima fase de psicologia da UNIFEBE, sob orientação do Professor Me. André Luiz Thieme.

A proposta das estagiárias é realizar atividades na Clínica Escola de Psicologia – Unifebe – sito a rua Dorval Luz, 123, bairro Santa Terezinha, objetivando proporcionar apoio parental para as famílias com membros diagnosticados com a síndrome do espectro autista. Nos encontros serão utilizadas dinâmicas, palestras, vídeos e outros instrumentos necessários para a discussão e reflexão sobre os temas propostos.

Os encontros serão realizados semanalmente, com duração de 90 minutos (das 20hs as 21:30hs) e iniciaram no dia 28 de abril, mas ainda há vagas.

Inscrições pelo email: andrethieme@unifebe.edu.br

Fotos do Panfletaço

Neste sábado dia 23 de agosto os acadêmicos do curso de psicologia fizeram bonito divulgando o dia do Psicólogo e convidando a comunidade para participar da semana da Psicologia na Unifebe.

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Pessoal da Psicologia divulgando o dia da profissão.
Pessoal da Psicologia divulgando o dia da profissão.

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Confira a programação da semana acadêmica.

Semana de Psicologia

No dia 27 de agosto se comemora o dia do psicólogo no Brasil, já que neste dia, em 1962, a psicologia foi reconhecida como profissão.

Para comemorar esta data o curso de psicologia da Unifebe está promovendo e convidando a comunidade para participar de um evento que contará com três dias de atividades a acontecer no Campus Santa Terezinha do Centro Universitário de Brusque.

Segue abaixo a programação:

DIA 23/08/2014

Panfletagem na Praça Barão de Schneeburg e semáforo no centro de Brusque/SC – tema: “Quando procurar ajuda”.

Horário: 8h às 11h30min

Dia 27/08/14

Mesa redonda – O que o mercado espera do profissional de psicologia em diferentes áreas.

Local : auditório da Instituição, campus Santa Terezinha – Brusque/SC

Horário: 18h30min

Confraternização em comemoração ao dia do Psicólogo – átrio bloco C- Campus Santa Terezinha.

Horário: 20h30min

Dia 28/08/14

Palestra com Dr. Emílio Takase da UFSC – “Neurotecnologias Aplicadas à Educação e Psicologia”

Local: auditório da Instituição, campus Santa Terezinha – Brusque/SC

Horário: 19h

Dia 29/08/14

Oficinas:

– Danças Circulares (para acadêmicos de Psicologia)

– Implantando Neuroacademia

– Abordagem Cognitivo Comportamental – Teoria e Prática (para acadêmicos de Psicologia)

– Dinâmica familiar – oficina para pais de acadêmicos do Curso de Psicologia e comunidade

Para se inscrever utilize o formulário.

Horário: 19h

Para maiores informações, entrar em contato pelo telefone (47) 3211-7215/7218

ou pelo e-mail: coordenacao@unifebe.edu.br